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Congo - Barbara Kanam - Teti


[06-03-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Los Kinks no se reúnen, pero sí vuelven

Parece que 2010 va a ser un año kink. No, no es que el grupo británico se vaya a reunir. Los hermanos Davies siguen sin soportarse, o al menos, manteniéndose distantes, y nada apunta a que tengan ganas de actuar o grabar juntos, por mucho que Ray hable más o menos bien de Dave en recientes entrevistas. Lo que ocurre es que el universo del grupo bulle de actividad con giras, reediciones, versiones y películas. PapelesPerdidos
[23-02-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

SONHO MAU - Gonçalo M. Tavares

No meio de um atalho da floresta, o senhor Cortázar encontrou, estranha e absurdamente, no centro de uma clareira, um sofá. Olhou em redor, afastou os pequenos arbustos que o rodeavam, e nada: nenhum outro vestígio humano a não ser aquele: um sofá.Tratava-se de um pormenor, de uma pequena dádiva para quem há horas perdera o trilho principal, mas sim era o momento de aproveitar. Estava exausto, sentou-se.O sofá não era mau. A cor, num outro contexto, poderia contestar-se, mas caramba, o senhor Cortázar não poderia ser exigente. A cor era de evidente mau gosto, mas as molas trabalhavam na perfeição, permitindo o descanso; em poucos minutos o senhor Cortázar ficou sonolento e adormeceu.Ler mais aqui: Rascunho
[21-02-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Peter Gabriel-In Your Eyes


[21-02-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Apócrifos de Sherlock Holmes

221B de Baker Sreet, cocaína (en una solución con el siete por ciento de pureza), un violín, Watson, Moriarty, su hermano Microft y el Club Diógenes... Sherlock Holmes es más algo que el detective más famoso de la historia de la literatura, creado por Arthur Conan Doyle en 1887 y protagonista de cuatro novelas y 56 relatos. Sherlock Holmes es toda una cultura, una serie de claves que comparten los aficionados. Y, como ocurre con Tintín, una discusión sobre pequeños detalles de la serie entre fanáticos puede prolongarse hasta la madrugada. Pero, más allá de la obra de Conan Doyle, existe toda una serie de apócrifos, de juegos en torno a Holmes y Watson. El último de ellos (y no precisamente el mejor) es Sherlock Holmes, la película de Guy Ritchie con Robert Downey Jr y Jude Law.Ver aqui: PapelesPerdidos
[20-02-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Louvado seja o caralho!

«Louvado seja o caralho!», assim começa esse livro. Achas que o leitor português já está preparado para estes socos no estômago, ou achas que o moralismo e pudor dos tempos da velha senhora ainda se sente no ar?Louvado seja o caralho!” era a frase predilecta do anão de Arcozelo, um dos personagens do meu romance. Era natural que eu a metesse no meu romance. Claro que continua a haver um moralismo e um pudor da parte dos leitores. Vou-te contar uma história em relação com isto. Uma empresa de trabalho temporário estrangeira muito estabelecida em Portugal prometeu comprar quatrocentos exemplares deste meu romance para oferecer pelo Natal. Mas quando viram a primeira frase do livro, só compraram 150 exemplares.Entrevista a Manuel da Silva Ramos - "Tento sempre escrever um livro que queime as mãos dos leitores", por Pedro Teixeira NevesLer mais aqui: PNETliteratura
[19-02-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Carta Aberta aos Senhores Políticos (e adjacentes)

Ó meus caros senhores políticos todos, que respeito à partida e por generalização me merecem todos podendo ou não concordar com individuais opiniões, vamos lá ver se nos entendemos numa coisa. O mais importante não é se eu gosto mais de si ou de si, se acredito mais neste ou naquele sobre o que dizem acerca do outro. O relevante não é você singular, percebe? é o vocês plural e o essencial da questão é a palavra respeito, no sentido que ela tem de respeitarmos os homens e mulheres dignos, honrados e de bons princípios como qualquer cidadão deve ser mas com a responsabilidade acrescida de, enquanto participante activo da vida política, você, por exemplo, que é Deputado, ou você, que não é mas já foi e escreve num jornal ou aquele senhor que está ali a tentar ler que aparece na televisão a comentar. Vocês falam para muita gente e a partirda posição - expectativa nossa - de quem está a, ou preparado para, exercer cargos de alta responsabilidade governativa, as pessoas a quem, jargão vosso, entregamos os destinos da nação. E o que é que vocês fazem quando têm nas mãos o destino da nação e este desata a estrebuchar? Entram em pânico. Sobem para as cadeiras. Correm para os salva-vidas. Ficam histéricas! Oh da Guarda, Oh da Covilhã, Oh de Castelo Branco que se perdeu uma maioria e agora, onde é que ela se terá metido, procuram uns, e afinal a malta faz o quê perguntam o outros uns aos outros. Depois marram, e vêm uns e dizem que são os outros que se andam a aproveitar de vocês para facturar, contrapõem os outros que é uma manobra, vêm mais uns tantos e comentam com imagem, outros tantos só com som. rematam os por e... 
[19-02-2010] | João Moreira de Sá | 0 comentários

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Twitter TV?

Já dei por mim a olhar o ecrã do pc preenchido pelo tweet deck como se estivesse a ver televisão. É fácil, tal a velocidade com que se cruzam conversas com vídeo com imagem com artigos de meios todos. Não é difícil passar umas horas "no twitter", porque mais como na tv e menos como na net, tudo chega até nós, é só escolher, nada de usar a imaginação ou o tempo para buscas, por ali "passa" tudo, ou tudo o que se passa, já não passa na tsf, passa no twitter. Nessa pequena diferença capaz de o tornar um canal de tv interactivo e multiplataforma talvez resida um dos segredos do sucesso do twitter e muito particularmente do tweet deck.
[17-02-2010] | João Moreira de Sá | 0 comentários

Criámos Deus. Podíamos ter sido mais generosos

Preguiçoso de Carnaval e temendo ressacas de Terça gorda, antecipo-me a Quarta-feira de cinzas, recuperando divagação insensata que, escolástico, escrevi noutro lugar.Ao criar Deus, o homem conferiu-lhe um conjunto de atributos essenciais e únicos. Elejo, entre outros, a omnipotência, a omnisciência e a omnibenevolência. Para que seja consistente a narrativa romanesca e filosófica com que os humanos Lhe cantam a biografia, os atributos divinos têm de revestir necessidade lógica e resistir ao desafio infame do paradoxo. Feito o exercício, é notório que exagerámos largamente pelo menos um dos atributos de Deus, o da sua omnipotência.Por exemplo, Deus não pode matar-se. Cada um de nós pode, se assim o entender e for oportuno, suicidar-se. Deus não. A arbitrariedade do gesto negaria a Sua eternidade. Ao que acrescem razões morais: Deus não pode matar-se porque o pecado Lhe é interdito. Manuel S. Fonseca Ler mais aqui: ÉTudoGenteMorta
[16-02-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Entrevista a valter hugo mãe, por Pedro Teixeira Neves

Este é também um livro muito anticlerical, duro mesmo. As posições ali expressas espelham a tua relação com a fé ou o divino, se é que tens alguma relação nesse capítulo?De vez em quado sou herege. Odeio deus, mesmo que ele exista, porque é um estupor que criou esta miséria toda e agora não explica nem ajuda nada. Mas odeio mais ainda as cúpulas superiores da igreja católica. Acho que o Vaticano devia ser todo pilhado pelos povos. Devia ser expropriado daquela riqueza nojenta que ostenta. Não posso acreditar numa instituição que pede esmola e detém uma fortuna incalculável. Já pensaste no valor de todo o património que a igreja católica detém em todo o mundo? Já pensaste para quantas gerações isso bastaria para matar a fome dos esfaimados todos do mundo? Estão à espera de o quê? De um milagre? Mas a fé é isso, esperar? Parece-me uma desresponsabilização, uma hipócrita desmobilização e um agarrarem-se a trapinhos e a ouro que, século após século, não serve para salvar ninguém.Ler mais aqui: PNETliteratura
[14-02-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

ELEIÇÕES, COM CERTEZA , por Eduardo Pitta

Lamento desapontar, e ter de escrever isto, mas as escutas têm provocado no cidadão comum o mesmo bocejo de tédio que o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Não devia ser assim, mas a realidade tem muita força. Sucede que as escutas alimentam a tranquibérnia, impedindo o governo de governar. Há que reagir em conformidade.
Sejamos claros: o actual impasse político não leva a lado nenhum. Nem com Fontes Luminosas, sejam elas promovidas por quem forem, nem a assobiar para o lado com o beneplácito do Presidente da República. Sócrates devia apresentar uma moção de confiança ao Parlamento no dia seguinte à aprovação do OE na especialidade. Se a oposição não tem fibra para aprovar uma moção de censura, o governo deve dar um passo em frente. Assim como assim, o mundo não acaba se tivermos eleições entre o fim de Maio e meados de Junho (cumpridos de forma expedita os prazos constitucionais). Chafurdar no lodaçal é pura perda de tempo.Eduardo PittaLer mais aqui: DaLiteratura
[14-02-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

O 'Sol', o polvo e a conversa da chacha

Do que falamos quando falamos? Já fiz a pergunta várias vezes mas não sou eu que me repito. O país é que é contumaz. Volta não volta, acontece a mistura fatal, um pingo de magistrados num copázio de jornalistas, e o país fica grogue. Não diz nem pensa coisa com coisa. Um dia, um juiz foi buscar um deputado ao Parlamento porque tinha indícios terríveis: o deputado tinha dito "querida" ao seu interlocutor telefónico de voz masculina, logo aquilo cheirava a maricagem e, como se investigava pedofilia, logo o deputado era suspeito. E todos os indícios eram desse quilate. Ora, o deputado falara com a mulher, de voz grossa, de um amigo. Como o juiz nem se deu ao trabalho de relacionar o telefone com o seu proprietário, que era uma proprietária, como os jornalistas fizeram eco ao vazio, como os portugueses viraram baratas tontas, chegámos, quase dez anos depois, ao caso Casa Pia sabendo o mesmo que no início. Nada, embora presumindo muito. Ontem, comprei o Sol. Li as quatro páginas sobre as escutas que me prometiam relatar o polvo governamental sobre jornais e televisão. Mas não estava lá nada sobre o assunto. Não quero dizer que Sócrates não quis dominar a Imprensa. Não digo que o Governo não coma microfones ao pequeno-almoço. Digo é isto: naquela edição do Sol não estava lá nada sobre o assunto. Então, do que falamos? Ferreira Fernandes - Diário de Notícias 2010.02.13 (www.dn.pt)
[13-02-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários
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Sácristia do Arcebispo

A chamada "rata velha"

Era tão velha que já marcava consultas de ginecrologia.

[23-02-2010] | Arcebispo de Cantuária

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