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Coordenação: Vítor Coelho da Silva

Festival Internacional de Artes Performativas Materiais Diversos

O Festival Internacional de Artes Performativas Materiais Diversos volta este ano a animar a vila de Minde, estendendo-se aos palcos de Alcanena e Torres Novas, num programa diversificado que traz à região alguns dos nomes mais relevantes desta área.
 

Com um vasto cartaz, que se estende de 10 a 25 de Setembro, o Materiais Diversos traz à região artistas internacionais como Antonia Baher, Benoit Lachambre, Louise Lecavalier, Hahn Rowe e Laurent Goldring, este em estreia absoluta em Portugal, David Wampach e Isaac Achega.

Filipa Francisco e Joana von Mayer Trindade, com o projecto Solos com Convicção, Martim Pedroso, que se associa ao artista plástico João Pedro Vale e ao dramaturgo Nelson Guerreiro, e Tânia Carvalho, com o seu 'Barulhada', coreografia que junta corpo, bateria e guitarra, são algumas das propostas nacionais da segunda edição deste evento.

Tiago Rodrigues, Vera Mantero, Sofia Dias & Vitor Roriz juntam-se ao cartaz de espectáculos, que aposta ainda em novos criadores como Elizabete Francisca Santos & Teresa Silva e Mariana Tengner de Barros.

O Materiais Diversos continuou este ano a investir nos projectos em colaboração com as estruturas locais, tendo desafiado Victor Hugo Pontes a transformar um grupo de habitantes da região 'numa família imaginária' e o recém criado Teatro Oficina de Alcanena a 'dar vida ao provocador Luiz Pacheco'.

Sérgio Azevedo criou uma partitura 'onde se cantam as nossas queixas a alto e bom som!' e os Cão Solteiro soltam as memórias de antigos actores do Grupo de Actores Seniores de Minde.

Tendo como mote a participação activa da população no evento, os responsáveis do Materiais Diversos desenvolvem ainda um projecto educativo, promovendo a formação de públicos e o contacto dos artistas com a comunidade.

Tiago Bartolomeu Costa, crítico de dança e director da revista de artes performativas Obscena, vai dinamizar um atelier do espectador, permitindo o enquadramento e leituras dos espectáculos, enquanto Antonia Baher e Valérie Castan estarão à frente de um 'atelier do ... 
[09-09-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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O segundo aniversário do PNETliteratura, por Luís Carmelo

No dia 8 de Setembro, depois de amanhã, o site PNETliteratura cumpre o seu segundo aniversário. Há um ano, levámos a cabo aquele tipo de festejos que são desejados e merecidos após a excelente maturação de um primeiro ciclo. Neste ano e nos anos a vir, a passagem do tempo exigirá de todos nós – equipa editorial, escritores residentes, colaboradores, administração e correspondentes – a mesma festa (é preciso saber tocar com a mão aberta nas estrelas!), mas sobretudo a certeza de que estamos a testemunhar, no dia a dia, o legado da persistência, a exigência de qualidade e a confirmação de um espaço de referência na literatura que se vai escrevendo em Português por esse mundo fora.

Se em 2009 o site PNETliteratura fez do patrocínio de Paraty uma questão particularmente simbólica, este ano estivemos no Correntes d’Escritas da Póvoa do Varzim, entre 24 e 27 de Fevereiro; na Feira do Livro de Leipzig, entre 18 e 21 de Março e ainda no Pen Word Voices Festival of International Literature de Nova Iorque, entre 26 de Abril e 2 de Maio. Apesar das dificuldades dos mercados, continuamos apostados em promover um prémio literário inovador que, a seu tempo, será divulgado. Ao longo deste ano, a galeria de escritores residentes aumentou e muitos foram, portanto, os nomes que se vieram juntar à singular inscrição do PNETliteratura, nomeadamente Germano de Almeida, Cecília Prada, Filipa Melo, João Moreira e Sá, Patrícia Reis ou Vítor Burity da Silva. Uma palavra para Eustáquio Gomes, nosso colaborador da primeira hora das terras do Recife que, em Julho passado, foi acometido de doença súbita. Que se recomponha inteiramente… são os nossos votos nesta altura de comemoração!

Ler mais aqui: PNETliteratura
[06-09-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

No Facebook não há inocência, por Paulo Moura

Alguém se queixou de que eu não colocara fotografias na minha página do Facebook. Peguei numa dúzia delas, que tinha digitalizadas no disco do computador, e disponibilizei-as para os meus "amigos" do Face. Entre as imagens, feitas em diferentes locais e épocas, estava uma na selva africana, com um grupo de guerrilheiros. Em primeiro plano, surjo eu, empunhando sorridente uma metralhadora Kalashnikov AK-47.

Nunca ninguém tinha reparado naquela foto, perdida numa pasta alojada no meu espaço da rede social. Até que há dias um amigo lá andou a bisbilhotar e, talvez surpreendido por me ver naquela situação, escreveu um comentário.

Ora, quando isso acontece, o mecanismo automático do Facebook (que eu definitivamente não domino) atira a fotografia para o topo da minha wall e notifica do facto todos os meus "amigos". Acho que é assim que funciona. O certo é que as pessoas repararam na imagem e desataram a produzir comentários bem-dispostos.

Ler mais aqui: http://jornal.publico.pt/noticia/05-09-2010/no-facebook-nao-ha-inocencia-20097628.htm
[05-09-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

U2 Lyrics - Bad

If you twist and turn away
If you tear yourself in two again
If I could, yes I would
If I could, I would
Let it go
Surrender
Dislocate

If I could throw this
Lifeless lifeline to the wind
Leave this heart of clay
See you walk, walk away
Into the night
And through the rain
Into the half-light
And through the flame

If I could through myself
Set your spirit free
I'd lead your heart away
See you break, break away
Into the light
And to the day

To let it go
And so to fade away
To let it go
And so fade away

I'm wide awake
I'm wide awake
Wide awake
I'm not sleeping
Oh, no, no, no

If you should ask then maybe they'd
Tell you what I would say
True colors fly in blue and black
Bruised silken sky and burning flag
Colors crash, collide in blood shot eyes

If I could, you know I would
If I could, I would
Let it go...

This desparation
Dislocation
Separation
Condemnation
Revelation
In temptation
Isolation
Desolation
Let it go

And so fade away
To let it go
And so fade away
To let it go
And so to fade away

I'm wide awake
I'm wide awake
Wide awake
I'm not sleeping
Oh, no, no, no
[05-09-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

The Beatles- Blackbird

Blackbird singing in the dead of night
Take these broken wings and learn to fly
All your life
You were only waiting for this moment to arise

Blackbird singing in the dead of night
Take these sunken eyes and learn to see
All your life
You were only waiting for this moment to be free

Blackbird fly, blackbird fly
Into the light of the dark black night
Blackbird fly, blackbird fly
Into the light of the dark black night
You were only waiting for this moment to arise
You were only waiting for this moment to arise
[04-09-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Memórias, por Joana Soares

Angola fez-me recuar no tempo, ao tempo em que abriamos os armários das avós e encontravamos as pastilhas "Gorila" e "Adams", a farinha "Predilecta", os sumos "Capri-Sone", a "Coca-Cola" e a "Sprite" em garrafas de vidro. Fez-me recuar no tempo, a todos os meses de Agosto que passava na aldeia e tinha que recolher os ovos do capoeiro, ovos brancos, que com o passar dos anos deixei de ver à venda, mesmo nas mais tipicas Mercearias do Porto.

Mas não só os produtos alimentares me fizeram recuar no tempo. Embora a cidade de Luanda esteja tão contaminada com produtos chineses "usa e deita fora", ainda vemos as crianças a brincar com bolas de trapo, a fazer corridas de pneus, a jogar às caçadinhas e à macaca, as meninas a saltar à corda e mais um conjunto de brincadeiras que fizeram parte da minha feliz infância passada na Rua com os outros amigos que viviam no mesmo Bairro e não em casa agarrados às PSP e Internet.

Embora por trás destes jogos de rua resida um problema social grave, a verdade é que estas crianças vivem a sua infância, são livres para dar asas à imaginação e com ela alimentar a sua meminice, tão carente de afectos, muitos de alimentos mas tão rica em liberdade.

Alguma diferença entre as crianças Angolanas e as Europeias? Poucas, ambas carecem dos afectos paternais, de alimentos, os primeiros em quantidade e os segundos em qualidade. Ambos carecem de instrução, os Angolanos porque não têm oportunidade e os Europeus, especialmente os Portuguese,s adquirem uma instrução ficticia baseada nas estatisticas mas a grande diferença, é que as crianças angolanas vivem a sua infância apelando à imaginação e as Europeias têm quem imagine por elas, vivendo dãs imposições provocadas, a maioria das vezes, pelos gostos dos outros.

Resum... 
[03-09-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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«Risco de deflação é maior – o resto é histeria dos falcões anti-défice» (Peter Dorman)

Aumenta a perceção nos mercados financeiros e entre os investidores de que a Reserva Federal (Fed) americana tem a sua margem de manobra progressivamente mais encurtada e que o Tesouro (o Ministério das Finanças em Washington) também viu diminuir o seu espaço de intervenção orçamental.

Os últimos números do crescimento e do desemprego não são animadores, e as bolsas nova-iorquinas têm respondido ao pessimismo com míni-crashes quase diários. O índice S&P 500 já soma mais de 5% de quebra desde 10 de agosto e o Dow Jones ameaça regressar, de novo, a valores abaixo do limiar psicológico dos 10.000 pontos.

A confiança de que a América evitará um double-dip (o termo inglês para recaída na recessão) está a ir pelo cano. Um debate fraturante tem-se desenvolvido entre os militantes do aumento dos estímulos públicos e os fundamentalistas do ajustamento orçamental e do desendividamento.

Ler mais aqui: JanelaNaWeb
[24-08-2010] | Vítor Coelho da Silva | 1 comentários

O Civismo, as obras e as estradas... ah, e as pilas, por Joana Soares

Todos os dias, algo de novo acontece nesta Luanda e que me deixa, verdadeiramente, de boca aberta. Bom, é melhor não ficar muito tempo com a boca aberta pois corro o risco de algum moscardo entrar, o que não seria, de todo, agradável e nem um belo petisco visto estes andarem constantemente às voltas do lixo que abunda nesta cidade, carinhosamente apelidade pelos naturais pela "cidade das obras inacabadas". E por falar em obras, trolhas e afins, que afinal não é por acaso mas fica bem dizer tal, hoje fiquei surpreendida com duas obras a caminho da Ilha de Luanda e porquê? Muito simples, as mesmas conseguiram congestionar o trânsito todo na Baía só porque decidiram ocupar uma das faixas de rodagem com areia ou seja, em vez de descarregarem a mesma dentro da obra fizeram-no onde menos estorvava a mesma, não o trânsito. Perante o descrito, atrevo-me a dizer que a expressão "cada um por si" acenta como uma luva, pois nem a sinalização necessária e obrigada por lei se fazia presente. Não entendo, uma cidade que quer ser considerada como o novo Dubai, como podem acontecer situações como esta? Para o leitor, o exposto pode ser considerado, no minímo, ridiculo mas a verdade é que é pela base que se começa e não pela projecção de uma riqueza aparente acente em base de areias movediças.

Já referi, por diversas vezes, que o trânsito é caótico mas como pode ele melhorar se os princípais agentes de educação e formação do povo estão longe de conhecer o verdadeiro significado de "Civismo"? A estratégia de educação adoptada pelas entidades responsáveis baseia-se na punição e não na sensibilização e explicação dos factos. O povo não nasce ensinado e se não for educado nesse sentido, acabará por ser punido sem entender o ... 
[24-08-2010] | Vítor Coelho da Silva | 1 comentários

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Sácristia do Arcebispo

A chamada "rata velha"

Era tão velha que já marcava consultas de ginecrologia.

[23-02-2010] | Arcebispo de Cantuária

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¿Por qué Orwell permanece? se preguntaba este domingo un artículo del suplemento de libros The New York Times. Es cierto que pocos escritores han tenido una huella tan profunda en nuestro tiempo. O mejor dicho, deberían tener una huella tan profunda más allá de que algunas de sus expresiones, como Gran Hermano, hayan entrado a formar parte del lenguaje cotidiano. Aprovechando el sesenta aniversario de la muerte de George Orwell (sus obras completas en inglés pueden ser consultadas en un sitio sin ánimo de lucro), el ensayista y periodista británico Geoffrey Wheatcroft reflexiona sobre la ética del autor de 1984...
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Papeles perdidos es un cajón de sastre de la cultura y la creación, elaborado por el equipo que hace cada semana Babelia, la revista cultural de EL PAÍS. Arte, literatura, música, arquitectura, artes escénicas y cine, recomendaciones de fin de semana, tendencias... Como dijo alguien sobre la cerveza de botella y la de barril, "lo mismo, nomás que diferente".

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Depois de uma edição comemorativa dos dez anos de vida à altura dos pergaminhos de qualidade de que já pode gabar-se, o Correntes d'Escritas está de volta para a sua 11ª edição, a decorrer entre 24 e 27 de Fevereiro, na Póvoa do Varzim. É bem certo que este ano não se repetirá o número de escritores presentes que no ano passado atingiu o impressionante número de 130! , mas não menos certo é que a organização do evento (honras primeiras para Manuela Ribeiro e Francisco Guedes) se esmerou para voltar a apresentar um programa de actividades de luxo.

Colocada por: Vítor Coelho da Silva

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