Apostas Online
   
Coordenação: Vítor Coelho da Silva

«Risco de deflação é maior – o resto é histeria dos falcões anti-défice» (Peter Dorman)

Aumenta a perceção nos mercados financeiros e entre os investidores de que a Reserva Federal (Fed) americana tem a sua margem de manobra progressivamente mais encurtada e que o Tesouro (o Ministério das Finanças em Washington) também viu diminuir o seu espaço de intervenção orçamental.

Os últimos números do crescimento e do desemprego não são animadores, e as bolsas nova-iorquinas têm respondido ao pessimismo com míni-crashes quase diários. O índice S&P 500 já soma mais de 5% de quebra desde 10 de agosto e o Dow Jones ameaça regressar, de novo, a valores abaixo do limiar psicológico dos 10.000 pontos.

A confiança de que a América evitará um double-dip (o termo inglês para recaída na recessão) está a ir pelo cano. Um debate fraturante tem-se desenvolvido entre os militantes do aumento dos estímulos públicos e os fundamentalistas do ajustamento orçamental e do desendividamento.

Ler mais aqui: JanelaNaWeb
[24-08-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

O Civismo, as obras e as estradas... ah, e as pilas, por Joana Soares

Todos os dias, algo de novo acontece nesta Luanda e que me deixa, verdadeiramente, de boca aberta. Bom, é melhor não ficar muito tempo com a boca aberta pois corro o risco de algum moscardo entrar, o que não seria, de todo, agradável e nem um belo petisco visto estes andarem constantemente às voltas do lixo que abunda nesta cidade, carinhosamente apelidade pelos naturais pela "cidade das obras inacabadas". E por falar em obras, trolhas e afins, que afinal não é por acaso mas fica bem dizer tal, hoje fiquei surpreendida com duas obras a caminho da Ilha de Luanda e porquê? Muito simples, as mesmas conseguiram congestionar o trânsito todo na Baía só porque decidiram ocupar uma das faixas de rodagem com areia ou seja, em vez de descarregarem a mesma dentro da obra fizeram-no onde menos estorvava a mesma, não o trânsito. Perante o descrito, atrevo-me a dizer que a expressão "cada um por si" acenta como uma luva, pois nem a sinalização necessária e obrigada por lei se fazia presente. Não entendo, uma cidade que quer ser considerada como o novo Dubai, como podem acontecer situações como esta? Para o leitor, o exposto pode ser considerado, no minímo, ridiculo mas a verdade é que é pela base que se começa e não pela projecção de uma riqueza aparente acente em base de areias movediças.

Já referi, por diversas vezes, que o trânsito é caótico mas como pode ele melhorar se os princípais agentes de educação e formação do povo estão longe de conhecer o verdadeiro significado de "Civismo"? A estratégia de educação adoptada pelas entidades responsáveis baseia-se na punição e não na sensibilização e explicação dos factos. O povo não nasce ensinado e se não for educado nesse sentido, acabará por ser punido sem entender o ... 
[24-08-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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Acabar com as reprovações na escola

Tenho uma filha com oito anos. Andou desde os dois anos numa pequena escola particular em Maputo, chamada Escola Canadiana, onde vigora o velho método Montessori, com ensino em inglês. Chegada aos sete anos transitou para a Escola Portuguesa de Moçambique, para a segunda classe. Esta é uma escola pública, gerida pelo Ministério da Educação português. Funciona muito bem (pelo menos no nível do ensino primário, que acho agora chamar-se básico): excelentes directores (supra-disponíveis), excelentes professores (activos, interessados), belíssimas instalações – costumamos dizer que em Portugal não há escolas destas.

Ora nesse contexto a nossa princesa rapidamente entrou em aguda crise. Queixava-se que nada aprendia. Que ali se falava do que ela aprendera com cinco anos. Após pouco tempo foi transferida para a terceira classe, avançaram-na um ano apesar da renitência dos pais. Flana pela aprendizagem sem dificuldades (e o pai queixa-se disso). É a princesa Teixeira sobredotada? Nada! Burra total não será, mas é uma miúda normal. Mas vem de um outro sistema e deparou-se com uma escola que, ainda que funcionando muito bem, trabalha com um sistema de ensino muito pouco exigente. Muito pouco dinamizador. Muito pouco despertador. Chegada de uma pequena escola que labora diferentemente logo se deparou com essa realidade. Vive, por enquanto, dos rendimentos. Não só? Talvez. Mas pelo menos em parte.

Ler mais aqui: Ma-Schamba
[01-08-2010] | Vítor Coelho da Silva | 1 comentários

Descoberta a maior estrela do Universo

Combinando medições feitas por instrumentos do Very Large Telescope do ESO (Observatório Europeu do Sul), astrônomos descobriram as estrelas de maior massa conhecidas até hoje, inclusive aquela que agora merece o título de "maior estrela do Universo".

Chamada pelos cientistas, na falta de hiperlativos, de "estrela hipergigante", ela tem mais de 300 vezes a massa do Sol - isto é duas vezes mais do que os astrônomos acreditavam até hoje ser o tamanho máximo de uma estrela, que se calculava ser de 150 massas solares.

A existência dessas estrelas monstruosas - milhões de vezes mais luminosas do que o Sol, e que perdem massa através de poderosos ventos estelares - reabre a questão, mas também poderá ajudar a responder a pergunta "Qual é o tamanho máximo que uma estrela pode ter?" Por enquanto, elas podem ser tão grandes quanto a maior que pudemos encontrar.

Ler mais aqui: InovaçãoTecnológica
[22-07-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Arquitetura que cola: obra exigiu nova técnica de construção civil

Os "Parassóis Metropolitanos" estão para se tornar a grande atração da cidade de Sevilha, na Espanha.

Mas essa mistura de maravilha arquitetônica e peça de arte esteve ameaçada mesmo depois do início das obras.

O trabalho só pôde continuar depois da criação de novas técnicas de construção.

Cola que descola

Com as técnicas de fixação mecânica descartadas pelos arquitetos e engenheiros logo de início, por razões estruturais, a saída era colar as vigas aos elementos de sustentação, substituindo totalmente pregos e parafusos.

Entretanto, as colas disponíveis não se mostraram capazes de suportar o calor do verão. Testes iniciais previram que a cola poderia simplesmente perder seu poder de adesão nos cada vez mais quentes verões europeus, liquefazendo-se e fazendo a estrutura desmontar-se como um castelo de cartas.

Ler mais aqui: InovaçãoTecnológica
[22-07-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

A terceira força de oposição interna no PSD, por Valupi, Blog Aspirina B

Para além de um Passos Coelho que está a fazer tudo bem para suceder sem espinhas à Manela, para azar da política nacional, e de um Santana que está a fazer tudo o que pode para se suceder a si próprio, para sorte da nacional-politiquice, há uma terceira força de oposição interna no PSD: o ódio às mulheres. O PSD é o partido que mais exuberantemente representa o homem português medíocre e bimbalhão. Claro, homens medíocres e bimbalhões encontram-se em todos os partidos, mas não na frequência com que eles ocupam funções de militantes e dirigentes sociais-democratas.

O traço que consagra a mediocridade e bimbalhice do homem português comum é a redução da mulher a veículo sexual e mão-de-obra escrava, e esse processo mantem-se hoje igual ao que era no passado. Não é um acaso que, 34 anos depois do 25 de Abril, não se conheça da intelligentsia social-democrata qualquer especial preocupação com a condição feminina. De Marcelo a Pulido Valente, passando por Pacheco Pereira, José Miguel Júdice, Miguel Sousa Tavares e qualquer outro nome de referência, o estado calamitoso em que vivem as mulheres portuguesas é ignorado.

Ler mais aqui: AspirinaB
[20-07-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Redes sociais já são instrumento de comunicação interna

Mais de 50 profissionais de comunicação, marketing e recursos humanos marcaram presença, em Lisboa, no terceiro Get Together, promovido pelo Observatório de Comunicação Interna e Identidade Corporativa.Desta vez o mote foi discutir a importância que as redes sociais já têm na comunicação interna das empresas. No questionário que circulou no evento, as conclusões sobre esta área apontam que os suportes de comunicação interna online mais usados pelas empresas são a intranet, wikis, newsletters, instant messaging, facebook e blogues. A actualização e manutenção destas plataformas é da responsabilidade dos departamentos de comunicação, marketing, sistemas de informação e, por último, dos recursos humanos.Mas, deve uma empresa utilizar as redes sociais como instrumento de comunicação interna? Como estão as empresas a usar internamente o Social Media? – estas foram algumas das questões colocadas no evento. “As redes sociais são uma realidade, estão para ficar e não devem ser ignoradas”, afirma Filipa Primo, Account Manager de e-comunicação do Grupo Inforpress.“Contudo, nenhuma empresa pode encarar esta realidade sem uma profunda mudança cultural, que deve ser assumida pela empresa e pelos colaboradores. É necessário avaliar a importância da web no contexto de trabalho e estarmos mais alerta para as ansiedades e expectativas dos colaboradores”, adiantou.

Ler mais aqui: Diario2.com
[06-07-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Adolescentes desistem das redes sociais

Excesso de atividades, cansaço e presença adulta leva jovens americanos a abandonar redes sociais. As únicas coisas que ainda mantêm um certo número ligado são os jogos.
Uma empresa norte-americana de videojogos fez um inquérito entre adolescentes para apurar a razão porque estão a abandonar as redes sociais, tipo Facebook, Mayspace ou Twitter. Conclusão? Sentem-se cansados com a imposição de tanta atividade.

Pelo que indica o estudo, existe sobretudo um "cansaço do Facebook", que é, de longe, com 78%, a rede mais utilizada pelos jovens americanos e, consequentemente, a mais abandonada.

As razões? 19% disseram não visitar mais o "Face" ou usá-lo menos do que há um ano e 68% apontou o grande número de notificações e de anúncios como sendo a principal razão que os levou a abandonar os perfis criados.

Ainda sobre as causas para o abandono do Facebook, 45% disseram ter perdido o interesse, simplesmente, enquanto 28% afirmou ter mais interesse noutros "sites" e 16% confessou que o fez porque os pais também entraram.

Ler mais aqui: Expresso
[04-07-2010] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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